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domingo, 21 de novembro de 2010

Crônicas de um Maluco: Sete Horas

Olá Novamente!

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 São sete horas. E são da noite.

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No hospício, um maluco chamado à olha o seu relógio de braço - improvisado com o que roubou da parede. São sete horas.
São sete horas, mas então porque não anoiteceu? Está claro ainda, e à sabe disso. Na verdade, à é apelido de Atalnahalescebíyads, já que "Ã?" é tudo o que todo mundo responde quando ouve o nome.

Ainda não anoiteceu e são sete horas. Tem todo esse negócio de horário de verão, e considerando a data e o lugar, o sol deveria se pôr tarde mesmo, mas à não gostava disso. Ele queria que fosse noite, então quebrou a porta e saiu para dar uma bronca no sol, que não ouviu. Gritou mais uma vez, e realmente pareceu que o sol se virou para outro lado, mas era só à quase ficando cego de olhar para a luz.

Quando foi arrastado de volta, Ã percebeu que todo mundo olhava para fora. Todos queriam ver o pôr do sol, e o estavam esperando. Naturalmente, Ã não sabia, e perguntou para Çã, que sabia e disse que estavam esperando para assistir o sol se pôr no mar. Quando aconteceu, Ã ficou vendo a bola de fogo apagar no mar, ficou intrigado e reproduziu a façanha com um pêssego, um incinerador e a piscina. Ninguém gostou.

MasQueRaios!

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