Olá Novamente!
Bom, como todos nós sabemos, é dia vinte e cinco de dois-dezembro de quatrocentos e cinquenta. Acontece que no ano 2402 (do nosso calendário) o atual presidente americano Donsdólix Vwágon de Betelguelse 3-22 declarou um novo calendário, cujos 33 meses iam até o dia 90. Por isso, não sei que dia é hoje.
Os tempos modernos andam cada vez mais estranhos. A China, sem motivo algum, bombardeou a Alemanha com mísseis teleguiados de neodímio cheios de hidrogenocarbonato de sódio que não causaram dano nenhum ao escudo de hidroplasma sólido que hoje encobre toda a Europa, menos a França, que diz que pode se defender com seu próprio refletor de cardinóccion, o elemento número 142 da tabela periódica, descoberto em dois de três-janeiro de cento e dois.
Ontem foi dia quarenta e trinta. Sim, porque os dias não vêm em ordem no atual calendário. Em números, ontem foi 4(30)/2-12/450. Continuando, ontem foi descoberto o elemento -12 da tabela necroperiódica. Tal elemento foi batizado de VVVV devido a um acidente incluindo um analfabeto.
Outra coisa é que houve mais um bombardeamento contra a Rússia, que feriu uma pessoa no pé. Foi uma única bomba de nodo strath, um composto inorgânico altamente explosivo. Há uma forte suspeita contra a federação marciana, cujo líder, Vr'zzz, não quis comentar sobre o assunto. Já Vênus também seria suspeito, mas existem apenas dois mil humanos lá, e não existe nodo strath naquele planeta.
E uma última coisa, uma notícia sobre o Brasil: O país mudou de nome para Brasíu em oienta e quatro de um-novembro de trezentos e noventa e oito. Ninguém gostou, então o presidente Uwa-o-yíwuo do planeta yawayeôi, mudou de novo para Brasil em setenta e nove de dois-fevereiro de trezentos e noventa e nove.
MasQueRaios!
Humor, ironia e histórias engraçadas, frustrações e tudo o mais. Esse é o lema do MasQueRaios!
domingo, 27 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Hyaruá, mindes kron rhwadsi?
Ts Shawa! Ts Shawa neoti!
Magnaká neoliolandgin éllinidimios ósmyonen. Kostyonsen kay digon.
Vuóndjyonlektron!
Magnaká neoliolandgin éllinidimios ósmyonen. Kostyonsen kay digon.
Vuóndjyonlektron!
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Oy, komuváivossê?
Olá Novamente!
Bôndjia. Vôssêdévistá ashanduystrãnyu lêrissu, maiss... Vossêja imajinôkié ezatamenti assinkinóis falamus? Pelumenuzalgundiada sua vida vossêdeviterpersado coizasrruinsobri agramaticadalíngwaportugêsa. Vossêjanwimajinô comusseria boumssitudusiskrevesse dojeitukissifála? Assindessejêitu? Nãon?
Bõn, djikwaukér jeitusseria mûiturruîn dissilêr, vossênûnkonkórda?
MasQueRaios!
Bôndjia. Vôssêdévistá ashanduystrãnyu lêrissu, maiss... Vossêja imajinôkié ezatamenti assinkinóis falamus? Pelumenuzalgundiada sua vida vossêdeviterpersado coizasrruinsobri agramaticadalíngwaportugêsa. Vossêjanwimajinô comusseria boumssitudusiskrevesse dojeitukissifála? Assindessejêitu? Nãon?
Bõn, djikwaukér jeitusseria mûiturruîn dissilêr, vossênûnkonkórda?
MasQueRaios!
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Crônicas de um Maluco: Pedra
Olá Novamente!
Existia um maluco chamado Ão. Há muito tempo, uns dois meses mais ou menos, ele ficou entediado que todos os chamavam de Ã, e então ele mudou o próprio nome para Ão, e disse para todos os outros malucos de seu hospício, bem alto, que biscoito de água e sal faz bem.
Esses dias, faz um mês, ele encontrou uma pedra no chão. Parecia feita de outros pedregulhos menores, mas ao mesmo tempo era linda e perfeita, uma pedra que não fazia parte do asfalto, que não tinha caído do telhado, mas que era bonita mesmo assim. Era cinza, da cor que você fica quando toma remédio para piscar o olho. Machucava quando Ão raspava a pedra no próprio pé. Era pesada, perfeita para quebrar vidros inquebráveis, como o da janela do hospício. Ão resolveu pegar a pedra para ele, e a partir daí, começou a cuidar dela.
Um dia, Ão resolveu ensinar a pedra a cair. Falou "Agora vá ao Tibet enquanto cai". E enquanto caía, a pedra foi para o Tibet e nunca mais voltou, porque foi encontrada por um sábio monge que a destruiu com uma martelada. Ão ficou triste.
MasQueRaios!
Existia um maluco chamado Ão. Há muito tempo, uns dois meses mais ou menos, ele ficou entediado que todos os chamavam de Ã, e então ele mudou o próprio nome para Ão, e disse para todos os outros malucos de seu hospício, bem alto, que biscoito de água e sal faz bem.
Esses dias, faz um mês, ele encontrou uma pedra no chão. Parecia feita de outros pedregulhos menores, mas ao mesmo tempo era linda e perfeita, uma pedra que não fazia parte do asfalto, que não tinha caído do telhado, mas que era bonita mesmo assim. Era cinza, da cor que você fica quando toma remédio para piscar o olho. Machucava quando Ão raspava a pedra no próprio pé. Era pesada, perfeita para quebrar vidros inquebráveis, como o da janela do hospício. Ão resolveu pegar a pedra para ele, e a partir daí, começou a cuidar dela.
Um dia, Ão resolveu ensinar a pedra a cair. Falou "Agora vá ao Tibet enquanto cai". E enquanto caía, a pedra foi para o Tibet e nunca mais voltou, porque foi encontrada por um sábio monge que a destruiu com uma martelada. Ão ficou triste.
MasQueRaios!
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